Proposta de Plano de Ação

Medida 1
– Suportar mobilidade e troca de know-how e experiência
– Contribui para alcançar os objectivos 1 e 2, estabelecendo uma estratégia de IDT+i

Medida 2
– Aquisição de equipamento laboratorial para ID&T+i
– Aumentar a performance da ID&T+i
– Criação de núcleos de ID&T+i entre empresas e centros de investigação

Medida 3
– Recrutamento de investigadores experientes

Medida 4
– Elaboração de plano estratégico de propriedade intelectual

Medida 5
– Obtenção de fundos próprios para a promoção e alavancagem de projetos desenvolvidos na RAM, incluindo lobbying e marketing a nível global. Não basta desenvolver os projetos mas é preciso estar presente no maior número de eventos internacionais da indústria. O marketing não é considerado nos orçamentos de investigação, mas é fundamental para conseguir angariar investidores!

Nota: o Painel considera necessário clarificar regionalmente o âmbito das atividades empresariais consideradas como ID&T+i, devendo ser realizado um levantamento real da nossa situação empresarial e dos investimentos nesta natureza.

  • Monitorização de objectivos.

No seguimento do ponto anterior, um dos aspectos apontados pelo painel tem a ver com a dificuldade que existe em determinar a quantidade de investimento que pode e deve ser efetivamente considerada como investimento em I&D.

No caso específico da EEM o reporte de todos os projetos realizados já é anualmente apresentado à entidade reguladora pelo que bastaria criar uma nova dimensão onde se quantificaria a componente de I&D.

Criar uma entidade e plataforma flexível que permita criar e alavancar novos negócios de forma sustentável e com uma visão de longo prazo. Estas validações devem ser criteriosas e rigorosas antes do acesso ao financiamento. O modelo de “gestor de conta” poderia ser aplicado à abertura de novos negócios numa situação de “win win” para o gestor e para o novo negócio.

A existência de pequenas empresas de IT muito competitivas (interna e externamente) e sustentáveis, aliado aos benefícios fiscais e mão de obra na área, são factores decisivos para aliciar grandes empresas, seja pelas parcerias, seja pela aquisição destas pequenas empresas a longo prazo. A promoção destas empresas no exterior é fundamental para que esta ideia se torne viável.

É urgente que as empresas de IT regionais, para além de manterem a competitividade, invistam e sejam ajudadas na especialização. Estas especializações devem constituir competências de ponta, num ambiente que deve promover a complementaridade entre empresas regionais com o objectivo de competir no mercado global.

Seria útil a criação de uma comissão internacional de acompanhamento do sistemas regional de C&T que reflita as áreas estratégicas sem replicar o modelo de avaliação já existente.

  • Sugestões para reorganização institucional para a área

De uma maneira geral, não se considerou relevante a criação de outros organismos específicos para além dos existentes.

  • Sugestões para criação de massa crítica na área: ideias para atrair e desenvolver as competências regionais nesta área

Seria importante explicar ao poder político a importância de se gerar massa crítica como forma de fazer surgir novas empresas e novos empregos. Neste aspecto, a área das TI’s assume-se como particularmente atrativa para a Região, dado existir um instituto de inovação nesta área (M-ITI), dada a existência de inúmeras empresas nesta área, assim como mão de obra qualificada. A própria existência de um Centro Internacional de Negócios deve ser aproveitada para a criação de massa crítica nas TI’s, dado que atrai investidores. Por último, não deve ser desprezado o facto de, ao contrário do que sucede noutras áreas, as TI’s não sofrerem tanta perda de competitividade por estarem situadas numa região ultraperiférica como a nossa, uma vez que os custos de distribuição do produto de software não sofrem tantos aumentos como acontece com produtos tangíveis.

Identificação de parceiros e parcerias internacionais para esta área, por exemplo graus conjuntos de pós-graduação, colaborações com laboratórios associados, etc.

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