Coordenação geral e específica da área

Um dos principais constrangimentos à evolução da IDT+I na Região resulta da existência de um número relativamente elevado de entidades na área, da sua pequena dimensão, e do seu funcionamento descoordenado. Nestas condições torna-se necessário a existência de um organismo que coordene a ação dos diversos agentes (entidades do SCR, consórcios, etc.), e poderá refletir-se na criação de uma agência regional de C&T que tenha por função gerir todo o plano. Esta entidade fomentaria a cooperação entre os agentes, através da implementação de programas específicos de financiamento em IDT+I e seria também responsável pela gestão operacional e serviços de apoio à investigação, entre outros, recrutamento e comunicação, angariação de fundos, marketing e comunicação, patentes, proteção de dados.

A coordenação específica da área de Biosustentabilidade poderia ser assegurada por uma entidade ou instituto virtual que teria por função da visibilidade e aumentar a massa crítica das entidades do SCR na área, através da coordenação da sua atividade. Para o efeito incluiria um conselho de coordenadores, representantes das entidades do SCR ou consórcios a constituir e uma comissão de acompanhamento científico constituída por individualidades externas com a função de proceder à avaliação da atividade e da eficácia do financiamento Este Instituto funcionaria sob a égide do Madeira Tecnopolo e poderia ainda ver contemplada a atribuição de competências para manter um diretório eletrónico que reunisse e divulgasse os dados das instituições, as capacidades de I&D instaladas, os equipamentos, diretório de projetos, recursos humanos e publicações, e na área da biodiversidade e sustentabilidade, a informação específica sobre a investigação, a biodiversidade e os recursos endógenos[1].



[1] Atenção a Direção Regional de Cadastragem parece que detêm algumas das competências aqui enumeradas

 

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